É durante este mês de abril que vamos comemorar o livro e a leitura.
Vamos ler na rua, em casa, na escola, com todos e para todos.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
EB1/JI Montalvão
No dia 19 de fevereiro, a turma 2º B apresentou no polivalente da escola, às turmas do mesmo horário e a um grupo de alunos do pré-escolar, a peça de teatro "Arlequim". A apresentação teve origem numa adaptação da Lenda de Arlequim a peça de teatro, elaborada pela professora Ana Valentim da atividade de ALL (Animação do Livro e da Leitura) da turma.
Este trabalho foi desenvolvido com os alunos naquela atividade em articulação com a professora Ana
Agostinho, titular da turma e contou com o envolvimento dos pais/encarregados de educação.
A apresentação foi um sucesso, os alunos participaram com muito entusiasmo e todos os envolvidos se divertiram muito!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Agrupamento de Escolas Aranguez
EB1/JI
de Montalvão
Escrito
por Tiago Valentim (com a ajuda da mãe)
Apresentado por André
Lourenço e Tiago Valentim
2ºano - Turma B - Professora Ana Agostinho
Ano
letivo 2012/2013
Era
uma vez, um menino chamado Filipe que adorava bolachas. Por isso chamavam-lhe
Filipe das bolachas.
-
Ai, ai, ai! Estou com tanta fome! - disse o Filipe das bolachas agarrado à sua
barriga.
-Truz,
truz, truz – bateram à porta.
-Quem
é? – perguntou o Filipe.
Do
outro lado da porta respondem:
-
É uma encomenda para o Filipe das bolachas!
-Bolachinhas!
- gritou o Filipe.
Ao
olhar para a encomenda começou a ver que não eram bolachinhas. Pegou numa cenoura
e disse:
-Isto
deve ser um lápis!
E,
começou a afiar a cenoura. De seguida, pegou numa folha e tentou escrever a
palavra bolachinha.
-Talvez
não seja um lápis! Talvez seja um telescópio! – disse em voz alta.
Mas
não conseguiu ver nada. Depois pensou:
-
Será que é um chapéu?
E
colocou as cenouras em cima da cabeça.
A seguir, pegou num aipo e começou a coçar as
costas enquanto dizia:
-
Talvez seja uma mãozinha para coçar as costas ou talvez sejam umas lindas
flores!
E
pô-las ao pé do aipo.
Agarrou
numa beterraba e começou a rodá-la cantarolando:
-
Rodopia, rodopia, ninguém sabe quando vai parar.
Agarrou
numa abóbora pensando que era um telemóvel e começou a falar:
-
Está? meninaaaa
Mas
não obteve resposta.
-Talvez
o telemóvel esteja estragado! - exclamou.
Agarrou
numa cebola e começou a brincar como se fosse uma bola, mas ela não saltava.
Depois
agarrou em batatas e começou a fazer malabarismos.
-
Olé!
Nisto
batem à porta:
-
Truz, truz, truz.
-
Quem é? – perguntou o Filipe.
-
Sou eu, o teu amigo Tiago! - respondem do outro lado da porta.
O
Filipe abre a porta e as batatas caem todas no chão.
-
Olha amigo, trocaram-nos as encomendas. - informou o Tiago.
E,
enquanto o Filipe apanhava as batatas, o Tiago disse-lhe:
-
Estás a fazer malabarismos mas isto são batatas, não são bolas para fazer
malabarismos.
-
Olha Filipe, presta atenção, isto tudo são legumes!
-
Legumes? – perguntou o Filipe.
-
Sim, legumes para a minha mãe fazer uma sopa. Nunca ouviste falar em sopa de
legumes? – respondeu o Tiago.
-
Não! – exclamou o Filipe.
-
Faz muito bem! É comida saudável!
-
Tu só comes bolachinhas e mais bolachinhas. Isso não é bom, vais ficar muito
gordo. Olha, toma lá as tuas bolachas. Guarda-as e vem para minha casa, porque
vais provar uma sopa de legumes deliciosa. – disse o Tiago.
-
É tão boa como as bolachinhas? - perguntou o Filipe.
-
Ainda é melhor! – respondeu o Tiago.
O
Filipe guardou as bolachinhas.
O
Tiago pegou na cesta com os legumes e foram-se embora.
Fim
Texto realizado por Tiago Valentim com a ajuda da mãe *
Adaptado a uma pequena peça
de teatro, improvisada e apresentada na sala de aula
por André Lourenço e Tiago Valentim no
dia 2012-11-13
* Durante
três semanas, o Tiago expressou-se oralmente inventando uma história. Fui
tirando apontamentos de tudo o que dizia. A história que inventava crescia
todos os dias um pouco. Fiquei impressionada com a facilidade com que
verbalizava as suas ideias, pois estas fluíam de forma brilhante e muito
organizada. Revemos e melhorámos os apontamentos e só no dia da apresentação do
trabalho na escola, à hora do almoço, conseguimos concluir o nosso trabalho. A
mãe ditava e o seu filho escrevia o mais rápido e perfeito que conseguia…e
assim houve tempo para passar a história a limpo, manuscrita pelo autor.
FANTÁSTICO TRABALHO para um menino do 2º ano. Adorei participar!
Susana
Nunes (mãe do Tiago Valentim)
EB1/JI Montalvão
CONTO TRADICIONAL
Trabalho
realizado por:
Gonçalo
Correia
Mariana Almeida
Turma 2.ºB
Professora Ana Agostinho
TRABALHO
“A história da semana”
A cena é
dramatizada numa televisão ligada no Canal MG onde dois apresentadores, depois de
darem as boas vindas aos telespetadores, lêem um conto tradicional
(Mariana) – Olá, eu sou a Mariana e tenho 7 anos.
(Gonçalo) – Olá, eu sou o Gonçalo e também tenho 7 anos.
(Ambos) - Bem-vindos ao canal MG.
(Mariana) – Um canal de Contos
Tradicionais.
(Gonçalo)
– Hoje vamos apresentar o Conto Tradicional: A Gulosa
A Gulosa
(Gonçalo)
Era uma vez uma
mulher que era casada com um pescador. Como era muito gulosa e má não fazia
comida para o marido. Dava-lhe só pão com azeitonas. Mas, para ela fazia bons
petiscos que comia sozinha.
(Mariana) E depois de os comer sentava-se numa
cadeira, refastelada, e dizia:
Estende-te, perna,
Descansa corpinho,
Que lá anda no mar
Quem te há-de dar
Pão e vinho.
Quando o pescador vier,
Coma azeitonas se houver.
(Gonçalo)
De facto, quando o
marido chegava a casa, ela só lhe dava pão e azeitonas, e ela não comia dizendo
que já tinha comido. Isto acontecia todos os dias e o pobre pescador
lamentava-se da sua sorte. Andava ele desconfiado que a mulher comia às
escondidas, quando um dia, indo para o mar, encontrou uma velhinha que lhe
disse:
(Mariana)
-Não
te apoquentes mais, que amanhã já comes melhor. Toma lá
estas quatro bonecas e põe uma em cada canto da cozinha, mas que a tua mulher
não veja.
(Gonçalo) Ele assim fez e abalou para o mar.
(Mariana) Preparava-se a mulher para comer os
petiscos, quando ouviu:
(Gonçalo)
1.ª Boneca – O
que vai aquela mulher fazer?
(Mariana)
2.ª Boneca –
Ora….vai comer!....
(Gonçalo)
3.ª Boneca –
Mas o marido não está em casa!
(Mariana)
4.ª Boneca –
Bem se importa ela com o marido! É UMA GULOSA!
(Gonçalo) -A mulher, assustada, olhou, mas não
viu ninguém. Mais sossegada dispunha-se a comer quando ouviu novamente as
mesmas vozes:
(Mariana)
1.ª Boneca – O
que vai aquela mulher fazer?
(Gonçalo)
2.ª Boneca – Ora….
Vai comer!....
(Mariana)
3.ª Boneca –
Mas o marido não está em casa!
(Gonçalo)
4.ª Boneca –
Bem se importa ela com o marido! É UMA GULOSA!
(Mariana)
Então cheia de medo
saiu porta fora. Demorou-se por lá muito tempo, mas tendo fome voltou para
casa. Ia mais uma vez tentar comer, logo ouviu as mesmas vozes.
(Gonçalo) Assustada, resolver esperar pelo
marido para comerem juntos.
(Mariana) Ficou o pescador admirado com a
mudança.
(Gonçalo) No dia seguinte, antes de sair para o
mar, disse-lhe a mulher:
(Mariana)
Olha, vem cedo que
eu tenho cá um bom jantarinho. E assim foi, e nunca mais ela comeu sem o
marido.
(Gonçalo)
Tempos depois foi o
pescador à procura da velhinha, que era uma fada e entregou-lhe as bonecas e
agradeceu-lhe muito o que lhe tinha feito, pois agora já era feliz.
(Mariana e Gonçalo) - Perlimpimpim…… a
história chegou a fim.
(Mariana)
Obrigada aos amigos e à Prof. Ana,
(Gonçalo)
…. por terem ligado a televisão neste
canal.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
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